Ficou conhecido no mercado pelo recorrente uso de ferramentas alternativas na gestão de pessoas. É ex-presidente do parque Hopi Hari, onde ficou por cinco anos. Também foi CEO para a América Latina da consultoria multinacional

DBM (hoje, LHH/DBM) e vice-presidente de RH da Natura e do Grupo Fleury. Em todas essas empresas, propôs

dinâmicas, treinamentos e workshops baseados em teorias psicológicas, como a positiva e a constelação sistêmica. Esta última é uma espécie de terapia em grupo que pretende resolver questões organizacionais e familiares.

Ao deixar o Fleury, tornou-se sócio e assumiu o papel de presidente global da MetaIntegral, uma companhia americana que tem três anos de vida. A empresa propõe uma abordagem que mistura estudos de psicologia, sociologia e outras áreas da ciência para ajudar as companhias a dissolver conflitos e implementar novas estratégias.